Dez anos após o lançamento de No Man’s Sky, o universo do jogo continua praticamente inexplorado. Mesmo com milhões de jogadores tendo passado pelo título da Hello Games ao longo dos anos, menos de 1% dos planetas disponíveis já foi visitado pela comunidade – isso segundo o criador Sean Murray, que compartilhou a curiosidade em celebração ao aniversário do jogo.
A dimensão do universo é resultado do sistema de geração procedural utilizado pelo jogo. No Man’s Sky foi projetado para criar uma quantidade gigantesca de mundos, permitindo que jogadores encontrem planetas, sistemas, criaturas e outros elementos que ainda não foram registrados por ninguém.
Um dos números mais impressionantes associados a No Man’s Sky é a quantidade de planetas que podem ser encontrados em seu universo: mais de 18 quintilhões de mundos. Isso corresponde a 18.446.744.073.709.551.616 planetas possíveis.
A escala ajuda a explicar por que, mesmo após uma década, a comunidade está longe de chegar perto de mapear todo o universo. Discussões da própria comunidade apontam que até a primeira galáxia, Euclid, está muito longe de ser completamente explorada, enquanto as demais regiões permanecem ainda menos visitadas.
Na prática, isso significa que quem começar a jogar hoje ainda terá enormes chances de encontrar mundos nunca visitados por outro jogador. A possibilidade de registrar descobertas inéditas continua sendo uma das características centrais da experiência.
O resultado é curioso: No Man’s Sky chegou ao mercado em 2016 e continua oferecendo uma escala de exploração que está muito além da capacidade da comunidade de ser totalmente mapeada. O dado também reforça uma das principais propostas do game: criar um universo grande o suficiente para que a sensação de descoberta e exploração permaneça mesmo depois de uma década.
Essa história ainda está longe de acabar: Murray já anunciou uma nova expansão para o jogo e reforça que todas as atualizações desse universo continuarão gratuitas para todos.
