O novo filme de Resident Evil surpreendeu nas bilheterias em seu primeiro fim de semana. Dirigido por Zach Cregger, o longa arrecadou US$ 108,3 milhões mundialmente, superando com folga as projeções que apontavam para uma estreia entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões.
Nos Estados Unidos e no Canadá, o filme faturou US$ 60 milhões, enquanto outros mercados internacionais contribuíram com US$ 48,3 milhões. O resultado representa a maior abertura da história da franquia nos cinemas.
O desempenho supera a abertura de Resident Evil: Afterlife, de 2010, que havia registrado US$ 26 milhões nos Estados Unidos e permanecia como a maior estreia da série até então. Agora, para se tornar o longa mais lucrativo da franquia, o novo filme precisa superar Resident Evil: The Final Chapter, que em 2016 faturou um total de US$ 312 milhões em bilheteria.
A produção também teve desempenho acima das expectativas graças à recepção positiva do público e da crítica. O longa possui atualmente 95% de aprovação no Rotten Tomatoes e recebeu nota B+ no CinemaScore.
O novo Resident Evil teve um orçamento de aproximadamente US$ 75 milhões, sem considerar os gastos de marketing. Com o resultado inicial, a produção já está lucrando e demonstra potencial para se tornar uma das adaptações mais bem-sucedidas da franquia nos cinemas.
A nova produção representa uma tentativa da Sony de recomeçar a série cinematográfica depois de Resident Evil: Welcome to Raccoon City, de 2021. O filme anterior arrecadou cerca de US$ 42 milhões mundialmente, diante de um orçamento de US$ 25 milhões.
O resultado do novo longa também reforça o bom desempenho do gênero terror nas bilheterias de 2026. Segundo a Associated Press, filmes do tipo já movimentaram mais de US$ 1,1 bilhão somente nos Estados Unidos neste ano.
