Universal tentou inaugurar seu Dark Universe com o filme Drácula: A História Nunca Contada (2014), porém o filme não agradou a maioria, então decidiram reinaugurar esse universo com A Múmia (2017), aquela bomba estrelada por Tom Cruise. A ideia desse universo compartilhado era trazer de volta monstros icônicos como o Monstro de Frankenstein, o Lobisomem e o Homem Invisível.

Porém, agora com dois filmes amargos, o futuro desse projeto é incerto, já que os produtores Alex Kurtzman e Chris Morgan decidiram abandonar seus cargos. Os dois eram os “arquitetos” do Dark Universe pelo estúdio. Kurtzman decidiu focar seus esforços para projetos na TV e Morgan está ocupado com os filmes de Velozes e Furiosos.

Apesar disso, a Universal ainda não desistiu da franquia e está estudando a possibilidade de convidar diretores renomados para assumirem os longas, que deixariam de estar conectados entre si e seriam tratados como propriedades intelectuais separadas.

Em comunicado oficial enviado ao THR, o Presidente de Produções Peter Cramer comentou o assunto:

“Nós aprendemos muitas coisas no processo criativo do Dark Universe até agora e estamos pensando nesses filmes como projetos autorais de cineastas, cada um com uma visão diferente. Não vamos nos apressar para conseguirmos encaixar os filmes em datas de estreia pré-estabelecidas e vamos seguir com eles quando sentirmos que estamos no melhor caminho possível para cada um.”

Além das críticas e do fracasso comercial de A Múmia, o Dark Universe começou a desandar há cerca de um mês, quando a pré-produção de A Noiva de Frankenstein foi suspensa por tempo indeterminado.

Até o momento, Javier Bardem (o Monstro de Frankenstein), Russell Crowe (Henry Jekyll/Edward Hyde), Johnny Depp (O Homem Invisível) e Sofia Boutella (A Múmia) continuam atrelados ao projeto.

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Léo Campos

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